TRANSCRIÇÃO

This episode of “Shots of Awe” is brought to you by Kay Jewelers. Every kiss begins with K.

This attractive alienation resembles the necessary strangeness of objects of beauty. It is a kind of estrangement that idealizes the object, or “archetypalizes” it.

You know, when people talk about the desire for happiness, when we talk about chasing happiness, I think what they’re ultimately talking about is chasing novelty.

Because it’s only the new that awakens the mind, that fully engages us with the world. We become anthropologists in the new environment. You know, we transcend the banality and boredom and the trivialities of the every day.

Normally, we trivialize ourselves with triviality. But when we’re engorged by a new experience, all of a sudden, we become alive. We feel as children. We gawk. We are just enraptured. And we’re always chasing that.

We’re like, we want happiness. And I think it would help if we actually understood what we were saying when we say, oh, I just want to be happy. I just want to be happy. What you mean is you want to continue to explore.

You want to continue to learn. You want to continue to discover novel lands, new landscapes of the mind, of perception, of thoughts. And this is what we mean. We can never stop learning. We can never stop seeking.

I think that we settle down into these routines. And then we wonder why we’re miserable. And I think it’s ultimately because happiness lives in the space of novelty.

TRADUÇÃO

Este episódio de “Shots of Awe” é oferecido a você por Kay Jewelers. Todo beijo começa com K.

Essa alienação atraente se assemelha à estranheza necessária dos objetos de beleza. É uma espécie de estranhamento que idealiza o objeto, ou o “arquetipaliza”.

Você sabe, quando as pessoas falam sobre o desejo de felicidade, quando falamos sobre perseguir a felicidade, eu acho que o que elas estão falando em última instância é sobre perseguir novidades.

Porque é apenas o novo que desperta a mente, que nos envolve totalmente com o mundo. Tornamo-nos antropólogos no novo ambiente. Você sabe, nós transcendemos a banalidade, o tédio e as trivialidades do dia a dia.

Normalmente, nós nos trivializamos com a trivialidade. Mas quando somos engolidos por uma nova experiência, de repente, nos tornamos vivos. Sentimo-nos como crianças. Nós ficamos pasmos. Estamos simplesmente extasiados. E estamos sempre perseguindo isso.

Nós somos assim, nós queremos felicidade. E acho que ajudaria se realmente entendêssemos o que dizíamos quando dizemos: ah, só quero ser feliz. Eu só quero ser feliz. O que você quer dizer é que deseja continuar a explorar.

Você quer continuar aprendendo. Você quer continuar a descobrir novas terras, novas paisagens da mente, da percepção, dos pensamentos. E é isso que queremos dizer. Nunca podemos parar de aprender. Nunca podemos parar de buscar.

Acho que nos acomodamos nessas rotinas. E então nos perguntamos por que somos miseráveis. E eu acho que é basicamente porque a felicidade vive no espaço da novidade.

← Voltar para avançado